Na quinta-feira (17/9), de 14h às 17h, acontecerá o multirão de Hanseníase na Clínica da Família Victor Valla e no Centro de Saúde Germano Sinval Faria. Profissionais das equipes da Estratégia de Saúde da Família realizarão atendimento das crianças identificadas por autoimagem como possível caso de hanseníase.
Com a colaboração dos professores, os pais dos alunos preencheram uma ficha de autoimagem, indicando os locais do corpo que possuíam manchas suspeitas de hanseníase. A partir dessas informações, os profissionais de saúde examinarão os alunos. Os casos suspeitos da doença serão encaminhados para confirmação e tratamento da doença.
A meta é atender as crianças e adolescentes de 5 a 14 anos, com consultas e exame dermatológico dos suspeitos de hanseníase segundo a sua autoimagem. Embora a doença e seus indicadores estejam controlados no Rio de Janeiro, a sua incidência não é homogenia. Assim, é importante a vigilância epidemiológica e a pesquisa de lesões indicativas da enfermidade na população para a detecção precoce da doença seja realizada. Uma das medidas que podem ser levada a cabo é a busca ativa de possíveis casos examinando crianças, e através das mesmas, localizar nas famílias outros casos.
A Hanseníase é uma doença infecciosa que atinge a pele e os nervos dos braços, mãos, pernas, pés, rosto, orelhas, olhos e nariz. O tempo entre o contágio e o aparecimento dos sintomas é longo. Pode variar de 2 até mais de 10 anos. A hanseníase pode causar deformidades físicas, que podem ser evitadas com o diagnóstico no início da doença e o tratamento imediato.
Os principais sintomas e sinais são manchas esbranquiçadas, vermelhadas ou amarronzadas em qualquer parte do corpo com perda ou alteração de sensibilidade, área de pele seca e com falta de suor, área da pele com queda de pelos, especialmente nas sobrancelhas e área da pele com perda ou ausência de sensibilidade.





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